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RIBEIRÃO: Policial Civil PROTOCOLA IMPEACHMENT do Prefeito Marcelo Maranhão.

Impeachment contra o Prefeito Marcelo Maranhão em Ribeirão na Mata Sul.

Policial Civil Edson Gomes, protocolou hoje um pedido de Impeachment contra o gestor da cidade, alegando diversas irregularidades em seu governo, foi apresentado provas e arquivos que incriminam o atual gestor.

URGENTE | Impeachment contra o Prefeito Marcelo Maranhão em Ribeirão na Mata Sul
Fonte: Diário da Mata Sul

Hoje (02), foi protolocado um pedido de impeachment contra o atual Prefeito Marcelo Maranhão, o inquerito conta com mais de 31 laudos e um pendrive com 4 aúdios que comprovam a irregularidade do governo atual. 

O impeachment está sendo movido pelo Policial Civil Edson Gomes (sem partido e filiação), que além de policial é um cidadão que vem cobrando atitudes de Vereadores de Ribeirão e elucidação de denúncias contra o atual Prefeito.

Os aúdios contam com as denúncias que foram feitas contra Secretário e Marcelo Maranhão, referente aos poços artesianos da cidade, onde todos foram superfaturados e muitos destes não foram nem realizados, nesse material também contém diversas denúncias paralelas que, se fosse em uma cidade onde os vereadores cobram do Prefeito, o mesmo já teria sido cassado, mas isso não se aplica a princesa dos Canaviais.

Veja imagens do documento: 

A população da cidade, cobra que os vereadores abram uma seção exclusiva para a votação desse pedido de impeachment que será lido e avaliado na próxima quarta-feira (09). 

Em entrevista Edson Gomes disse:

Sinto feliz em saber que estou trilhando o caminho certo e cobrando por melhorias para a nossa cidade, nossa cidade já sofreu demais, eu já estava cheio de ver tantas irregularidades e como conhecedor dos meus direitos estou correndo atrás de justiça contra esse gestor que está saqueando os cofres públicos. O que mais me motiva, é ver as pessoas me parando na rua e falando "estou torcendo por você, estou com você!"

Veja como funciona um processo de Impeachment:

Para um impeachment, é preciso condenação com votos da maioria qualificada, ou seja, dois terços da casa. Além da perda do mandato, decide-se também se o acusado fica inelegível por até 8 anos. Caso o acusado seja absolvido, volta imediatamente ao cargo.

(Fonte: Diário da Mata)



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